Курс Criatividade para Guitarristas e Violonistas

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Обучение платное
Certificate
Сертификация бесплатная
Duration
5.5 часов курса
О курсе

A criatividade pode ser aprendida e ensinada também.

Podemos nos tornar criativos cada dia mais, e controlar, através de nosso instrumento, o grau de nossa criatividade diariamente.

Neste curso você aprendera a fazer isto.

Através de uma serie de exercícios práticos que serão apresentados, você será conduzido lentamente ate o seu interior mais profundo onde reside a SUA criatividade.

Uma vez tendo acesso a esta "ferramenta" (que é sua) você verá resultados incríveis em sua maneira de tocar, e em outras áreas da sua vida também.

Программа
De onde isso tudo surgiu?
Introdução  Esta pesquisa começou a mais ou menos dez anos atrás, quando reencontrei o material de um workshop que tive com Joe Diorio em 1985 na Itália, e decidi estuda-lo depois de ter ficado guardado anos. A apostila falava de Gesture Improvising, uma técnica que privilegia o uso da gesticulação no instrumento todo como meio de se conseguir maior liberdade criativa a ser aplicada na improvisação. A apostila, através de exercícios variados, quase todos baseados na livre gesticulação no instrumento todo, oferecia aos alunos uma possibilidade de expandir os seus limites criativos. Baseando-me no material do Joe Diorio, em 1999, comecei a trabalhar os exercícios em mim mesmo primeiro e fiquei observando os resultados. Após quase um mês de pratica diária dos conceitos apresentados na apostila, gravei umas fitas que me deixaram espantado. Realmente o sistema funcionava. A minha criatividade tinha se desenvolvido repentinamente, eu nunca tinha tocado daquele jeito antes! A música parecia fluir tão bem que eu, que sempre me considerei um guitarrista medíocre, passei a gostar muito do que fazia. Neste tempo cheguei ate a considerar a possibilidade de me tornar um grande guitarrista.  Continuei os meus estudos e segui adiante nas buscas e, após quase um ano de pratica do Gesture Improvising, decidi aplicar esta técnica em alguns dos meus alunos de guitarra e de piano, em principio com muita cautela. Passei a desenvolver, então, um tipo de metodologia diferente aplicável a cada aluno, pois é meu costume nas aulas particulares, oferecer um tratamento e um método diferenciado segundo as características e os pedidos de cada um. Os resultados não tardaram a aparecer, os alunos desenvolviam a criatividade nos seus improvisos, e a sua musicalidade em geral, do mesmo jeito que estava acontecendo comigo, ou seja, de uma forma espantosamente rápida.Vários anos se passaram, e as inúmeras aplicações bem sucedidas em mim mesmo e nos meus alunos me levaram a necessidade de redigir um texto que pudesse ser usado para consulta ou como material de estudo a ser utilizado em cursos e/ou workshops. Comecei a procurar textos e materiais de outros autores, especialmente de psicologia e funcionamento do cérebro, para poder me aprofundar e inteirar ainda mais no assunto. Quanto mais me aprofundava nas experiências comigo mesmo, mais precisava de documentação comprovando e respaldando as minhas teorias empíricas. A pesquisa começou a tomar um vulto mais serio em 2004, quando as minhas elucubrações se traduziram em música de verdade. Formei uma banda com alguns dos meus alunos e comecei a aplicar a ideia na criação de música para ser ouvida pelo publico em geral. O resultado foi impressionante, e as gravações, mais uma vez, revelaram a veracidade das minhas hipóteses. A banda era composta por 2 contrabaixos, 2 guitarras (uma delas era a minha), 2 baterias e 1 percussão. Gravamos 3 discos em estúdio e uma pré-produção no meu estúdio caseiro.O ultimo passo agora era passar este conhecimento e esta convicção para os demais com maior embasamento teórico, e foi assim que decidi procurar e consultar alguns profissionais da área de psicologia, para poderem me orientar acerca das complicações psicológicas e pedagógicas que o meu trabalho vinha levantando. Enfim, o resultado desta busca toda está contido neste curso que espero seja de grande utilidade para todos.É o objetivo de todo o musico poder ser criativo a todo o momento para criar um solo bonito em qualquer ocasião que se apresente, seja ela gravação, gig ou show. Os tempos atuais cheios de cobranças, o ritmo acelerado da vida, a competição cada vez mais acirrada entre as pessoas (dos músicos inclusive) nos obrigam a serem criativos em TODAS as ocasiões que se apresentem. Não há mais chance para sermos criativos somente ALGUMAS VEZES. Infelizmente, não há mais lugar para profissionais maios ou menos bons, temos que ser muito bons naquilo que fazemos e temos que ser o tempo todo! E, na música, ser bom, significa ser criativo.
Fundamentos teóricos/práticos
Minha crença A ideia nasceu da crença que os dedos do músico estão diretamente ligados ao próprio inconsciente musical. Na música improvisada, precisamos de muita instintividade e pouco raciocínio, pois a frase musical é criada ao mesmo tempo em que a música que esta acontecendo e, o cérebro pensante, através de raciocínios lógicos, não tem velocidade suficiente para acompanhar a criação extemporânea de um fraseado (que tem que ser cada vez mais criativo e diferente) à medida que uma música rápida e cheia de acordes está sendo tocada. Por alguma razão, a ação dos dedos é muito mais rápida do que o pensamento racional, por mais rápido e treinado que ele possa ser. Para verificar isto os músicos mais avançados podem fazer a seguinte experiência: comecem a estudar qualquer exercício de técnica lentamente e depois gradativamente acelerem a batida do metrônomo. Após certo limite de velocidade, que varia de pessoa a pessoa, o pensamento não mais conseguirá acompanhar o movimento dos dedos e eles passarão a se movimentar sozinhos e instintivamente. Acredito firmemente que a expansão dos limites criativos no fraseado musical improvisado seja ligada a libertação dos movimentos dos dedos no instrumento (qualquer instrumento, inclusive a voz). Vamos analisar a questão de outro ponto de vista. O processo criativo na improvisação segundo Jamey Aebersold acontece na sequência: 1. Cérebro, 2. Voz e 3. Instrumento. Segundo Aebersold as notas do fraseado criadas no cérebro, quase simultaneamente, podem ser reproduzidas com certa aproximação (dependendo da técnica vocal de cada um) com a voz e, finalmente, podem ser tocadas no instrumento com a afinação correta. Quando peço aos meus alunos para imaginar uma frase na cabeça, canta-la e reproduzi-la no instrumento, quase sempre obtenho na voz algo diferente do que sai no instrumento. Este processo é muito bom para o aprendizado básico do instrumento, mas lento demais para nos permitir chegar rapidamente aos limites da nossa criatividade. Demora anos de treino de percepção para afinar a nossa voz e mais anos ainda para reproduzir fielmente o nosso pensamento musical em nosso instrumento, e isso pra tocar "Cai Cai Balão" ou outras melodias simples. Nesta velocidade, quantos séculos iremos demorar em memorizar um solo do John Coltrane, canta-lo e reproduzi-lo fielmente no nosso instrumento? Isto sem contar que saber tocar um solo de Coltrane não nos coloca nem perto do mundo da criatividade e, sobretudo do nosso estilo pessoal e único. Estaremos apenas no inicio do caminho a ser percorrido! Olhando desta perspectiva da até pra entender a origem dos falsos mitos do tipo "jazzista tem que se nascer", "nem todo o musico pode improvisar", etc. A dúvida que sempre me assolou foi: deve haver um meio mais direto, um atalho para se acessar todo o nosso conhecimento musical adquirido desde que nascemos ou até antes, e poder traduzi-lo instantaneamente em nosso instrumento. A primeira resposta que me ocorreu foi o instinto. Sim, mas como acessar o instinto? Foi assim que as minhas buscas, que culminaram neste trabalho, começaram. A independência dos dedos foi o estalo que faltava na minha cabeça para me permitir solucionar este puzzle. De certa maneira a mente, quando induzida ao caos (através dos exercícios dos Dedos Livres), tende a criar uma nova organização daquilo. Partindo de uma organização mental para criar uma nova organização, não se consegue. Cada caos criado, tende a gerar uma nova organização; nada melhor do que isto por se tratar de criatividade, que precisa a todo o momento de novas formar se organização. Tentar sair de uma organização mental para uma nova organização, sem passar pelo caos, é praticamente impossível.Todavia em momento algum, esta técnica quis se sobrepor ou eliminar as outras técnicas tradicionais de ensino da improvisação. Nas minhas aulas continuo usando o método Aebersold ate hoje e continuarei a usa-lo como também uso as mais novas tecnologias informáticas: Band in a Box, gravador de CD, etc. A ideia é trabalhar os dois lados, o racional e o instintivo ao mesmo tempo, para em algum momento eles se juntarem lá na frente e unidos compor o musico ideal que saiba trabalhar das duas maneiras, pois na nossa carreira, como na vida, às vezes precisamos ser técnicos e às vezes criativos ou os dois ao mesmo tempo. No próprio desenvolvimento do solo improvisado, como afirma Aebersold, precisamos de uma parte de criatividade para nos acharmos frases cada vez mais novas e de razão para nunca esquecermos em que parte do chorus a gente está, ou qual é a forma da música que estamos tocando, etc. Acredito que na hora da criação do solo a liberdade dos dedos tenha que ser oportunamente dosada. Somente após anos de treino na mesma música em todos os tons e em todos os andamentos, que poderemos nos entregar mais a liberdade dos dedos e pensar menos, ou até nada.Chamei esta técnica de Dedos Livres por ser a liberdade e a independência dos dedos o aspecto mais importante a ser trabalhado.
Exercício - Modalidade 1
Aprenderão a lidar com a sua própria criatividade pela primeira vez.
Como começamos? Toque por toda a parte!
Toque seu instrumento por toda a parte Comece tocando o seu instrumento por toda a parte (gesticulando). Relaxe seus dedos e comece a tocar a guitarra ou o violão, deixando que seus dedos o guiem. Lembre-se sempre da liderança dos dedos durante o exercício, pois a linha melódica criada nos sugere constantemente associações de intervalos já conhecidas que levam nosso pensamento para um nível mais racional, impedindo assim o fluir natural da criatividade. Exagere, exagere, exagere! Não tenha medo de ser considerado louco, faça as maiores doideiras com o instrumento! Jimi Hendrix, pra mim, deve ser considerado um exemplo completo de aplicação pratica dos Dedos Livres.
Exercício - Modalidade 2
Aprenderão a lidar com a sua própria criatividade melhor do que antes
Требования
  • Nenhum
Что Вы изучите?
  • Aprenderão a serem criativos o tempo todo em suas performances!
Лекторы
Emilio Cantini
Emilio Cantini
Professor e instrumentista

Guitarrista/violonista, nascido na Itália (1964), radicado aqui no Brasil - Rio de janeiro - desde os anos 90.

Formado pelo Siena Jazz na Itália em 1986.

Formado pela UCAM - Licenciatura plena em música em 2006.

Trabalhou como Chief Sound Engeneer na Delart Estúdios Cinematográficos.

Autor de 3 livros e mais de 6 Cursos online.

Compositor, arranjador, instrumentista por mais de 30 anos em gravações, trilhas sonoras, cinema, dublagem e mixagem.

Foi sideman, músico de estúdio e tocou em shows ao redor do mundo.

Gravou 2 CDs autorais em 1994 e em 2018.

Платформа
Udemy
Курсы Udemy подойдут для профессионального развития. Платформа устроена таким образом, что эксперты сами запускают курсы. Все материалы передаются в пожизненный доступ. На этой платформе можно найти курс, без преувеличений, на любую тему – начиная от тьюториала по какой-то камере и заканчивая теоретическим курсом по управлению финансовыми рисками. Язык и формат обучения устанавливается преподавателем, поэтому стоит внимательно изучить информацию о курсе перед покупкой.
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